Um Futuro Com Esperança
Visão
Um Futuro Com Esperança
Um novo milénio. Um novo século. Novos desafios, novos problemas, novas realidades. A par com todas estas novidades a necessidade básica do ser humano continua a ser ouvira cerca do seu propósito e sentido em Deus, e do modo como Ele resgatou tudo isso na cruz através de Jesus – Deus connosco.
Na linha das metas alcançadas no passado (Educação Moral e Religiosa Evangélica nas Escolas Públicas, Serviço Público de Televisão, Lei da Liberdade Religiosa, Expo’98, Encontro Nacional Evangélico com a presença do Presidente da República, Acordo com a Universidade Lusófona, Diálogo Inter-religioso sobre a “Singularidade de Jesus Cristo”), é necessário a sua consolidação bem como a determinação de prosseguir na visão de alcançar novos horizontes.
É imperioso investir na qualidade tanto das instalações como da imagem, e das várias acções e manifestações desenvolvidas.
Um dos exemplos mais flagrantes encontra-se na presença dos evangélicos na escolas públicas através da Educação Moral e Religiosa Evangélica e nos programas de televisão na rubrica “A Luz das Nações” e “Caminhos-3º Domingo”.
As novas tecnologias são hoje em di aum dado incontornável que não podemos descorar e que permitem reunir de forma fácil duas das principais características das comunidades evangélicas nacionais e internacionais (tanto igrejas locais como organizações), que é a sua diversidade e descentralização.
A regulamentação da Lei da Liberdade Religiosa é um imperativo nacional que não podemos ignorar, mas que, à semelhança de todos os restantes propósitos só será logrado através da intercessão do povo de Deus.
Como não pode deixar de ser confiamos na soberania e na graça divina para alcançarmos a nossa nação com a bênção que só o Evangelho lhe pode trazer.
A unidade de todo o povo evangélico é igualmente uma condição imprescindível para darmos testemunhos da fé que nos anima. Juntos na oração, na intercessão, no testemunho, no serviço, na solidariedade, no respeito pela diversidade e na tolerância, afirmando a singularidade de Cristo.